Amanda Colares apresentou hoje o aplicativo PsycheMap, que auxilia no registro e na compreensão das emoções, sendo útil tanto para pessoas em acompanhamento psicológico, fornecendo um resumo semanal, quanto para o público geral, promovendo a autoconsciência.
A ideia surgiu de uma experiência pessoal de Amanda e o aplicativo, desenvolvido ao longo de três anos, não possui um público-alvo específico e está com o lançamento oficial programado para 2 de fevereiro de 2026. A desenvolvedora tem experiência em desenvolvimento e está migrando para a área da psicologia, buscando parcerias com universidades para validar o PsycheMap, o qual tem recebido feedbacks positivos dos usuários. Letícia Mariana, idealizadora do Jornal Atípico, se ofereceu para ajudar a procurar o departamento do Instituto de psicologia da UFRJ.

Amanda afirma que o aplicativo PsycheMap tem como objetivo auxiliar as pessoas e estabelecer parcerias com psicólogos para que os usuários possam utilizá-lo entre as sessões de terapia. O aplicativo fornece um resumo semanal das emoções e vivências para direcionar a terapia, mas também é útil para o público que não faz acompanhamento psicológico, ajudando a entender melhor as questões emocionais e a promover o autogerenciamento das emoções.
A ideia do aplicativo surgiu de uma experiência pessoal. Amanda sentia a necessidade de categorizar os seus escritos sobre emoções, o que era difícil de fazer sem o auxílio de uma ferramenta. O aplicativo passou por um desenvolvimento de três anos, começando com emojis e palavras, evoluindo para o uso de cor, emoção, intensidade o texto escrito. Amanda Colares afirmou que o aplicativo não tem um público-alvo específico e é útil para qualquer pessoa que lide com sentimentos cotidianos.
o usuário pode simplesmente criar uma conta no site www.psychemapapp.com. Amanda trabalha há dois anos como desenvolvedora e estuda há quatro ou cinco anos na área, mas está em processo de migração para a psicologia, a qual afirma ser um sonho. Ela acredita que a união da experiência em engenharia de computação e o conhecimento em psicologia será muito útil para o aplicativo, oferecendo um contexto científico para o projeto.

Segundo a desenvolvedora, os feedbacks dos usuários têm sido muito positivos. “As pessoas se sentem à vontade para usar o aplicativo”, afirma. Um dos exemplos é de um usuário que estava passando por um momento difícil e usou o aplicativo para escrever, o que ajudou. Já outros o utilizam para registrar o cotidiano, aumentando a autoconsciência ao longo do tempo. Para os próximos cinco anos, Amanda espera que o PsycheMap tenha um grande impacto social, proporcionando acesso gratuito a uma ferramenta de saúde mental de qualidade, promovendo o autoconhecimento e o entendimento emocional.
Um rastreador de humor minimalista desenvolvido para pessoas com experiências emocionais complexas e os clínicos que as apoiam. Pois as emoções reais não são simples.
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Conheça a desenvolvedora




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